26 jun 2009
O dia em que o Pop morreu
Tristeza. É inestimável a perda que o mundo pop sofre com a morte de um ícone como Michael Jackson. Como todos vocês sabem, o Rei do Pop faleceu após uma parada cardio-respiratória, ocorrida em sua casa, em Los Angeles ontem. Ele tinha 50 anos.
Nós aqui do DUO recebemos esta notícia estarrecedora com muito choque e tristeza. Michael Jackson inspirou dezenas de artistas como Ne-Yo, Chris Brown e Justin Timberlake, redefiniu a linguagem do vídeoclipe com Thriller e lançou CDs memoráveis e incomparáveis, como Thriller, Off The Wall, Bad, Dangerous e History. Ele também foi alvo de várias discussões sobre sua surpreendente personalidade: mudança de cor de pele, acusações de pedofilia, suposta homossexualidade, falência, cirurgias plásticas aos tubos e por aí vai.
O que nos fica agora é aquela sensação que ele merecia voltar ao Top do Pop – Michael estava se preparando para voltar aos palcos no dia 12 de julho – e que ele é incomparável, tamanho seu talento para música, estilo e dança. E a lembrança de seus momentos memoráveis em turnês e vídeos.
E não dá pra esquecer também que Michael Jackson foi vítima de uma imprensa sensacionalista e estúpida, que criava, aumentava e disseminava notícias que muitas vezes tinham apenas o objetivo de humilhá-lo e vender jornais, aproveitando-se da força de sua imagem. Um triste reflexo de nosso tempo.
Mas o Rei do Pop é mais que tudo isso. É Rei. É Pop. É sinônimo de carisma, de hit maker, show man. A força da expressão de Michael Jackson ficará guardada na história da música mundial. E quando nossa geração desaparecer deste planeta, ele resistirá e será lembrado pelas gerações vindouras, graças ao seu legado: o de um artista ímpar, brilhante e eternamente inspirador.
Não há mais o que escrever. Tamanha a comoção que sua partida causa. Rest In Peace MJ – 1958 – 2009.














O pop não poupa ninguém…nem mesmo o seu rei.
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